Autor

Gladys Lechini

Es profesora titular de Relaciones Internacionales en la Facultad de Ciencia Política y Relaciones Internacionales de la Universidad Nacional de Rosario (UNR, Argentina). Es investigadora principal del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (Conicet) y dirige el Programa de Relaciones y Cooperación Sur-Sur (Precsur).

Publicaciones

Publicaciones de Gladys Lechini

Artículo
Nueva Sociedad NUSO Português Setembro 2013

A China na África: discurso sedutor, intenções duvidosas

Quando o governo chinês organizou em Pequim a primeira conferência sino-africana em nível ministerial, em outubro de 2000, estabeleceu um antes e um depois nas relações da China com a África. Esta nova empreitada nas relações sino-africanas surpreendeu os tradicionais sócios africanos, que haviam reduzido sua visibilidade, e os emergentes, que estavam reconsiderando suas políticas para a região. A investida da China no continente representa uma série de dúvidas sobre as intenções da potência asiática. Significa mais da mesma coisa? Os padrões de dominação das potências ocidentais serão repetidos? Ou, ao contrário, será estabelecida uma relação de caráter diferente? Gladys Lechini: professora titular de Relações Internacionais da Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade Nacional de Rosario (Argentina). É pesquisadora sênior do Conselho Nacional de Investigações Científicas e Técnicas (Conicet) e diretora do Programa de Relações e Cooperação Sul-Sul (Precsur). Palavras-chave: colonialismo, matérias-primas, democracia, Fórum para a Cooperação entre a China e a África, China, África.

Tema central
Nueva Sociedad NUSO 246 Julio - Agosto 2013

China en África: discurso seductor, intenciones dudosas

Cuando en octubre de 2000 el gobierno chino organizó en Beijing la primera Conferencia Sino-Africana a nivel ministerial, marcó un antes y un después en las relaciones de China con África. La iniciativa provocó sorpresa en los tradicionales socios de los países africanos, que habían disminuido su perfil, y en los emergentes, que estaban reconsiderando sus políticas hacia la región. El desembarco chino en África plantea interrogantes acerca de las intenciones de la potencia asiática: ¿se repetirán los patrones de dominación de los centros occidentales o, por el contrario, se establecerá una relación de nuevo cuño?

Artículo
Nueva Sociedad NUSO Português Outubro 2008

O Brasil na África ou a África no Brasil? A construçao da política africana pelo Itamaraty

A política africana do Brasil começou há 50 anos e, apesar de ter passado por diferentes fases, jamais foi interrompida. Nos anos 90, as restrições orçamentárias e a crise econômica levaram a um enfoque mais seletivo, que centrou a atenção na África do Sul. Desde a chegada de Lula ao poder, em 2003, a política africana brasileira recuperou seu lugar. O presidente fez oito viagens ao continente africano e recebeu dezenas de visitas de alto nível. Essa reaproximação do Brasil com a África se baseia, sem dúvida, nos laços culturais e históricos mas também no crescente intercâmbio comercial e nas coincidências nos foros internacionais. O objetivo é contribuir para a diversificação das relações exteriores do Brasil como parte de uma estratégia que procura potencializar seu protagonismo internacional.