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Junho, e a juventude negra?

As manifestações que sacudiram São Paulo em junho de 2013 foram somente o estopim para o início do protagonismo de uma juventude que não se sente totalmente representada pelos partidos. Os jovens estão (re)inventando outras maneiras de fazer política que não passam necessariamente pelo atual sistema político, mas que enxergam a rua como terreno de luta e criação. O artigo problematiza a questão do jovem negro, que ainda sofre com os resquícios de racismo e autoritarismo do passado apesar os recentes avanços sociais. Embora a ditadura militar tenha terminado há quase 30 anos, ela deixou um filhote, a Polícia Militar, que continua criminalizando, encarcerando e matando a juventude negra.

Junho, e a juventude negra?